Júnior de Almeida – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Os funcionários da rede de salões Belle Femme negaram participação na seita liderada por Cleusimar Cardoso e Ademar Farias, mãe e irmão de Djidja Cardoso. De acordo com o inquérito policial, os proprietários obrigavam eles a usarem substâncias psicotrópicas.
Ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS, um dos colaboradores afirma que a repercussão na mída sobre o caso está colocando todos que trabalham na rede de salões da família, como vinculados à seita Pai, Mãe, Vida “Está todo mundo desesperado, eu nunca usei droga na minha vida, a mídia coloca os ‘funcionários’, sendo apenas três envolvidos. A gente acaba se tornando parte disso, e as pessoas entrando em contato. Estão todos com medo“, revela.
“Eu nem tive tanto contato com eles em toda a minha vida, acho que vi a Cleusimar [Mãe da Djidja] umas três, quatro vezes, no máximo. Até cinco no máximo. Mas eu sei que foi menos“, explicou um dos funcionários. Segundo ele, muitos não sabiam do uso de drogas em rituais.
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A morte de Djidja Cardoso trouxe à tona o esquema do grupo criminoso. A polícia ainda suspeita que os envolvidos tentaram dissimular provas e se desfazer de objetos relacionados aos crimes após a morte da ex-sinhazinha.
Na ocasião da prisão dos envolvidos, nessa quinta-feira, 30, foram apreendidos diversos medicamentos anestésicos e uma grande quantidade de seringas com as drogas. Com os desdobramentos da investigação, o salão Belle Femme deve permanecer fechado.












