Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Um carro ficou preso em um buraco enquanto trafegava pela rua Queen Odyssey, no Conjunto Canaranas, bairro Cidade Nova, zona Norte de Manaus. O caso foi registrado nesta semana, durante a noite.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que o carro fica atolado após o motorista não conseguir desviar do buraco. O incidente assustou moradores da área, que saíram de casa para verificar o que havia ocorrido.
De acordo com testemunhas, o caso aconteceu nas proximidades da Escola Estadual Lenina Ferraro. A parte dianteira do veículo sofreu danos e uma faixa da via precisou ser parcialmente interditada, dificultando o tráfego de outros veículos na região.
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O motorista permaneceu dentro do automóvel e aparentava estar bastante abalado enquanto tentava retirar o carro do buraco. Nas imagens, é possível observar o isolamento da área com uma faixa de interdição.
Sem solução
De acordo com Ana Beatriz, moradora da região, o problema já ocorre desde o ano passado e afirmou que o poder público não têm feito nada para resolver o problema que tem causado problemas inclusive em seu veículo.
“Todos os dias nós sofremos com esse buraco aqui na rua. Já tive que mandar meu carro para manutenção várias vezes por conta disso. É inadmissível não terem arrumado ainda”, diz.
Segundo Douglas Sales, morador e nutricionista, ele destaca o seu maior medo é que algo grave possa acontecer por conta da presença do buraco na via. “Só vão arrumar no dia em que alguém se machucar feio. É revoltante”, acrescentou o outro morador.
Recorrente
Moradores relatam que o Conjunto Canaranas já registrou outros episódios relacionados à falta de infraestrutura. Na rua Ladário, também no conjunto, uma cratera chegou a se expandir, obrigando moradores a quebrar o muro dos fundos de uma residência para conseguir sair da área. A situação teria se agravado durante o período chuvoso.
Sem resposta
O Portal RIOS DE NOTÍCIAS informou que entrou em contato com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), mas, até o fechamento desta matéria, não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestação do órgão.






