Redação Rios
BRASIL – Dois novos modelos de camisinha, texturizadas e finas, começaram a ser distribuídas de forma gratuita pelo Ministério da Saúde. A iniciativa tem o objetivo de estimular o uso de preservativos e, assim, reforçar a prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como o HIV, hepatites virais e sífilis. O grande foco da ação são os jovens.
As camisinhas podem ser retiradas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país, sem necessidade de apresentação de documentos de identificação. Não há limite em relação à quantidade solicitada. A expectativa é de que 400 milhões de unidades sejam distribuídas até o final do ano.
“O preservativo, quando usado com consistência, previne 100% a transmissão do HIV e tem um índice bastante alto de prevenção contra outras ISTs. A proteção depende, basicamente, da adesão. Quanto maior a aceitação e a disponibilidade de modelos que proporcionem mais prazer e adaptação, a adesão vai aumentar e nós, obviamente, teremos uma ampliação do potencial de prevenção”, pontua.
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Os novos produtos têm a mesma eficácia de proteção dos modelos anteriores. Até então, o (SUS) disponibilizava dois tipos de camisinha: a externa, feita de látex, e a interna, de látex ou borracha nitrílica.
“Oferecendo essas diferentes opções, o SUS atende melhor à diversidade de preferências e necessidades da população. Os preservativos mais finos, por exemplo, proporcionam mais sensibilidade e prazer durante a relação sexual, e os modelos texturizados aumentam o conforto e a satisfação de ambos os parceiros”, descreve Naime.
O MS reforça que o uso de preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a proteção contra as ISTs. Ele também evita gestações não planejadas. A ação faz parte da estratégia de Prevenção Combinada, que associa diferentes métodos para ampliar a proteção contra ISTs.
Além do uso de preservativos, estão: profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP), diagnóstico e tratamento do HIV e de outras ISTs, vacinação e ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva.
*Com informações da Agência Estado






