Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – No mês dedicado em homenagear as mulheres e também de denunciar os inúmeros casos de feminicídio e de todo tipo de assédio no país, um caso ocorrido na capital amazonense resultou em indenização a vítima.
O assédio sexual no trabalho condenou um vice-diretor a pagar indenização após beijar à força uma funcionária de uma fábrica de borracha em Manaus. Apesar de haver testemunha, a empresa tentou negar o ocorrido em uma investigação interna, mas a Justiça do Amazonas reconheceu o crime e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais.
O caso é apresentado como parte de um problema maior: o aumento das denúncias de assédio sexual no trabalho em 2025, que já passam de 12 mil, sem contar que muitos casos não são denunciados por medo, ameaças e insegurança no emprego.
Reforma Trabalhista
Os trabalhadores, principalmente as mulheres, enfrentam dificuldades para denunciar abusos. Sem contar que a Reforma Trabalhista de 2017, aumentou a precarização do trabalho, a instabilidade e a sobrecarga das mulheres, que acumulam jornadas exaustivas dentro e fora do ambiente profissional, afetando sua saúde física e mental.






