Letícia Rolim – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Após a Escola de Samba Grêmio Recreativo Unidos da Cidade Nova acusar o mestre de bateria Ney Dartanha Cordeiro Gadelha de ‘sumir’ com R$ 5 mil, que seria o dinheiro do pagamento dos colaboradores, a escola publicou no domingo, 4/2, uma nova nota de esclarecimento.
A instituição esclareceu que os atrasos nos pagamentos foram ocasionados por uma conjunção de fatores, incluindo limitações no serviço bancário e problemas técnicos enfrentados pelo próprio Ney em seu dispositivo móvel.
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Segundo a escola, as questões já foram devidamente solucionadas, e os pagamentos foram regularizados.
“Gostaríamos de informar que os pagamentos em atraso foram devidamente regularizados. Ocorreu um contratempo relacionado a limitações nos serviços bancários, especificamente nos valores diários para transações via PIX, o que causou atrasos compreensíveis”, diz a nota.
Nota de repúdio
No domingo, 4/2, a Escola de Samba emitiu uma nota de repúdio, apontando Ney Dartanha Cordeiro Gadelha como responsável pela falta de pagamento de R$ 5 mil destinados aos colaboradores.
Além disso, a escola ainda o acusou de obstruir o acesso aos instrumentos que estavam no caminhão baú, o que prejudicou a montagem da bateria e consequentemente, o desempenho da escola no desfile.






