Redação Rios
MANAUS (AM) – Bares e locais conhecidos como “adegas” das zonas Norte e Centro-Sul de Manaus foram fiscalizados durante a noite de sábado, 24/1, e madrugada de domingo, 25, em ação da Central Integrada de Fiscalização (CIF). Ao todo, sete estabelecimentos foram vistoriados, e dois deles foram autuados por vender bebidas alcoólicas a menores de idade.
A operação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e contou com a participação de órgãos estaduais, municipais e empresas de serviços públicos.
Segundo o delegado Mauro Soares, titular do 5º Distrito Integrado de Polícia (DIP), os locais fiscalizados já vinham sendo monitorados por denúncias da população e por levantamentos da inteligência policial.
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De acordo com ele, o objetivo da ação é coibir irregularidades e aumentar a segurança nos espaços de lazer. Ele explicou que a fiscalização busca “ver as irregularidades desses estabelecimentos e trazer mais segurança e bem-estar para os usuários dos locais”.
Durante a operação, dois bares da zona Norte foram notificados pelo Corpo de Bombeiros por não possuírem o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e o Auto de Conformidade de Processo Simplificado (ACPS).
Em outros três estabelecimentos, foram encontradas falhas na parte elétrica, o que levou à suspensão do fornecimento de energia pela Amazonas Energia.
Adolescentes flagrados consumindo álcool
Após uma denúncia, as equipes da CIF foram até um estabelecimento na rua Lima e Silva, no bairro Parque Dez de Novembro, onde encontraram vários adolescentes consumindo bebidas alcoólicas. Os responsáveis pelo local foram autuados pelo Juizado da Infância e Juventude Infracional, e a energia também foi cortada.
A chefe de fiscalização do juizado, Iane Geber, afirmou que o órgão atua diretamente para impedir a venda de álcool a menores. Segundo ela, “encontramos vários adolescentes bebendo”, e os bares flagrados cometendo esse tipo de infração são multados e respondem a processo.
Ainda conforme a fiscalização, a penalidade varia de 10 a 20 salários mínimos, além da abertura de procedimento judicial contra os responsáveis.












