Redação Rios
MANAUS – O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), rompeu o silêncio que já durava cerca de quatro dias e falou sobre a morte da biomédica Giovana Ribeiro da Silva, de 29 anos, grávida de sete meses, e da bebê que ela esperava e que se chamaria Maria Carolina, após acidente em um buraco na avenida Djalma Batista, zona Centro-Sul de Manaus.
Em entrevista por telefone ao jornalista Fábio Melo, do portal Fatos Marcantes e Rede Tiradentes, o prefeito de Manaus se solidarizou, disse que chorou junto com sua esposa – que também está grávida – quando soube, mas também falou em “conluio de forças” derrotadas nas últimas eleições contra sua gestão.
“Eu quero me solidarizar. No domingo, eu vi os comentários, a minha esposa está grávida, e até choramos”, declarou David Almeida, após evitar por três dias comentar em público sobre o assunto.
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O prefeito também aproveitou a oportunidade para dizer que sua gestão está realizando “os reparos necessários nas vias” e criticou a repercussão negativa que a tragédia causou a sua gestão, atribuindo isso a uso político da oposição.
“É lamentável que numa tragédia como essa, e que famílias foram enlutadas, pessoas queiram auferir dividendos políticos”, afirmou David.
Por fim, Almeida comparou a situação com crime cometido na comunidade Valparaíso, zona Leste, que ocasionou a morte a tiros de um homem e do filho de dois anos.
“Ninguém se movimentou porque o assunto é de segurança, não é da prefeitura. O que existe é um conluio entre forças antagônicas a nós que foram derrotadas para que possam desestabilizar uma gestão que tem se esforçado para melhorar a vida das pessoas na cidade de Manaus”, criticou o prefeito.






