Júnior Almeida – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – A Casa Branca confirmou nesta quinta-feira, 7/11, que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, realizará uma visita a Manaus no dia 17 de novembro. No entanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deverá acompanhar Biden na viagem, apesar de ter feito o convite.
Durante sua estadia em Manaus, Biden visitará a floresta amazônica, onde se encontrará com líderes locais, comunidades indígenas e outros grupos envolvidos na preservação do ecossistema. A Casa Branca destacou que essa será a primeira visita de um presidente dos EUA em exercício à região.
“Enquanto estiver em Manaus, o presidente Biden visitará a floresta amazônica para se envolver com líderes locais, indígenas e outros que trabalham para preservar e proteger esse ecossistema crítico“, diz o comunicado.
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A visita de Biden ocorrerá logo após a Cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), em Lima, e antes de sua chegada ao Rio de Janeiro, onde participará da Cúpula do G20.
Embora Lula tivesse a intenção de acompanhar Biden em Manaus, ele precisou cancelar sua participação na APEC e na viagem ao Peru após recomendação médica, devido a um acidente doméstico no Palácio da Alvorada, onde sofreu uma queda no banheiro.
Com a chegada de Biden, estima-se que cerca de 30 aeronaves deverão chegar a Manaus nas próximas semanas como parte dos preparativos para a visita.
Primeiro avião da comitiva
Na noite dessa quarta-feira, 6/11, uma aeronave modelo C-17 (Boeing C-17A Globemaster III), com o registro 08-8197 da Força Aérea dos Estados Unidos, aterrissou em Manaus trazendo os primeiros suprimentos para a visita.

Segundo um vídeo compartilhado nas redes sociais da Aviação Amazônia, o cargueiro militar pousou no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes com veículos oficiais, equipamentos e outros materiais necessários para a estadia de Biden.
Hoje, Lula e Biden realizaram uma conversa telefônica para discutir a visita do presidente norte-americano ao Brasil e a agenda do G20. Também está prevista uma reunião bilateral entre os dois durante a cúpula no Rio de Janeiro.






