Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Um crime que mexe com a imaginação dos brasileiros. Um “homem bondoso e sozinho” e que “virou a vítima perfeita”, assim definiu o primo do empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond, morto no dia 17 de maio, após comer um brigadeirão oferecido pela namorada , a psicóloga Júlia Andrade Cathermol Pimenta.
O corpo foi encontrado no apartamento onde morava, no bairro Engenho Novo, no Rio de Janeiro pelo corpo de bombeiros, depois que os vizinhos sentiram um odor terrível que vinha do apartamento da vítima morta há seis dias.
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A namorada é suspeita de matar o empresário com um brigadeirão que continha 50 comprimidos de um medicamento. A Polícia Civil está à procura de Júlia Andrade e nesta quinta-feira, 30/5, a cigana Suyany Breschak, suspeita de participação no crime foi presa e prestou depoimento.
O primo do empresário contou que a mãe de Luiz não gostava da Júlia. Quando viva, era contra o relacionamento deles. “Assim que a mãe dele partiu, no início do ano, ela [Júlia] viu uma oportunidade de se reaproximar dele”, afirmou Bruno em entrevista ao jornal O Globo.
Bruno contou ainda que, dias antes do crime, Marcelinho, como era chamado por familiares, chegou comentar que a namorada faria “sua sobremesa favorita”. O primo afirma que Júlia levou uma arma, joias e outros itens de valor do apartamento onde o casal morava.
A psicóloga teria usado os comprimidos do medicamento Dimorf – Sulfato de Morfina 30 mg – que age no sistema nervoso central. Além da cigana que realizava trabalhos espirituais para que os namorados de Júlia não descobrissem que ele era garota de programa, outras pessoas estão detidas para prestar depoimento.
A morte do empresário chamou a atenção nacional e nas redes sociais onde os internautas opinaram. “De fato como diz nas escrituras bíblicas: ” O amor esfriaria se”, “Eles devem pegar a pessoa o mais rápido possível”, “A polícia deveria pescá-la e deixá-la enfrentar o julgamento”, disseram alguns seguidores do X (ex-twitter), nesta quinta-feira.






